Outpost Hub —
Galpão parado vira
rede de hubs regionais.
Transportadoras têm ativo ocioso: área, empilhadeira, doca, pessoal. Embarcadores têm frete caro e meta de ESG. O Outpost conecta os dois lados — e mede a redução de CO₂.
A tese
Dois lados de uma dor — uma solução
Ativo parado que só gera custo
Você tem galpão subutilizado. Empilhadeirista em banco de horas. Doca ociosa meio dia. Mão de obra contratada sem turno cheio. Tudo isso é custo fixo que não fatura.
Com Outpost: esse ativo vira receita recorrente. Você não precisa virar operador logístico do zero — a plataforma orquestra.
Frete caro e pressão de ESG
Distribuição centralizada sai caro — rota longa, veículo grande pra demanda pequena, consumo maior. E a meta de redução de emissão do ano está aí, sem solução operacional clara.
Com Outpost: descentralização via hubs regionais. Menos quilômetro rodado, veículo menor na última milha, laudo de CO₂ pro relatório ESG.
Como funciona
Em 4 passos
Área (m²), equipamentos (empilhadeira, doca), turno disponível, região atendida. CNAE de operador logístico é pré-requisito.
Volume, frequência, origem, destino. A plataforma combina com hubs compatíveis na região alvo.
Recebimento, armazenagem, expedição, tratamento de ocorrência. Visibilidade pros dois lados. SLA medido.
Transportadora recebe repasse do volume operado. Embarcador recebe laudo de economia de frete + redução de CO₂ (pronto pra relatório ESG).
Modelo comercial
Plataforma de dois lados
Take rate
Comissão sobre volume operado. Transportadora paga pela receita gerada via plataforma — alinha incentivo.
Mensalidade de plataforma
Uso do software de orquestração: cadastro de hub, painel operacional, gestão de ocorrência, laudos.
Laudo ESG
Relatório mensal com economia de quilometragem, diesel e CO₂. Utilizável em relatório de sustentabilidade e governança.
Sem exclusividade
Transportadora pode participar de outras operações. Embarcador pode usar outros canais. A plataforma agrega, não trava.
